sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dor de Amor Soneto

Dor de Amor


Ao som do violino

As lágrimas brotam do espinho

Que remói na alma

A dor de amar alguém distinto.


Os opostos se atraem assim como:

Amor e dor. Que juntos ao romântico,

Faz nascer o versejar de desamor.


Em uma linda dança ao som de prantos,

A sapatear a face que antes d’encanto,

Depois como lua, de sofredor.


Lentamente termina a música.

Mas a ferida remoída fez-se em versos

Eterna como minh’alma incompreendida.

Na busca de não sofrer por amor.


01:11 08/04/11

A . Alawara Chavéz

5 comentários:

  1. Muitooo lindo esse poema ! Parabénss Andressa (: Beijo linda

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  2. Que foto linda! E o soneto também, singular.

    Ah, e é como eu disse. Sinta-se indicada ao desafio que postei no blog. Eu não indiquei ninguém em específico porque já foi um martírio conseguir tempo para postar as respostas no blog, você não imagina como andam os meus dias.

    Um beijo :D

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  3. ADOREI MUITO LEGAL TEU BLOG ADOREI PARABENS A VC QUE CONTINUE POSTANTO COM EXITO COMO ESTA ACONTECENDO

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